CD 1 - 26 DE JANEIRO DE 1970 OS
- 1. All Shook Up: A "Opening Vamp" é ouvida e então começamos o show com Elvis subindo ao palco. No repertório desde outubro de 1969, o hit de 1957 aparece aqui pela primeira vez como abertura da apresentação.
Embora este seja um soundboard de boa qualidade, nota-se que parte da qualidade foi perdida com o tempo, e nem o trabalho magistral da FTD na recuperação das fitas foi capaz de resolver problemas como o som estourado e a presença de poucos instrumentos no mix. A versão do single de 1957 é padrão para a época.
- 2. That's All Right: Elvis interpreta seu primeiro hit pela primeira vez desde o retorno aos palcos em outubro de 1969. Cantada ao vivo pela última vez em 25 de março de 1961, a primeira gravação profissional de Elvis soa excelente em uma versão curta, mas vibrante. A canção só retornaria ao repertório em 10 de agosto de 1970, já como abertura oficial dos shows, posição em que permaneceria até meados de 1972.
- 3. Proud Mary: O sucesso do Creedence Clearwater Revival é outro estreante nesta noite. Elvis a rende no ritmo da versão de Ike & Tina Turner, uma excelente escolha para um feel mais rocker. Embora bem recebida pela plateia, a música seria interpretada poucas vezes em 1970 antes de dominar setlist nos dois anos seguintes.
- 4. Don't Cry Daddy: Mais uma que estreia neste show, é interpretada de forma bastante parecida com o Master do single de novembro de 1969.
- 5. (Let Me Be Your) Teddy Bear / Don't Be Cruel: "Gostaria de cantar algumas músicas que gravei por volta de 1929." Elvis faz um de seus mais famosos medleys pela primeira vez. Embora "Don't Be Cruel" tenha aparecido durante outubro de 1969 em um medley com "Jailhouse Rock", "Teddy Bear" também estreia aqui.
A versão é a que se tornaria padrão nos anos seguintes e o acompanharia até 1977, proporcionando um dos primeiros momentos de interação direta com o público nos shows.
- 6. Long Tall Sally: Esta é a noite das estreias, então Elvis retoma o clássico de Little Richard que cantava ao vivo nos anos 1950. A versão é curta, mas ótima.
- 7. Let it Be Me: Também nova no repertório, foi interpretada somente nesta temporada. Boa versão, mas nada que se compare à de 17 de fevereiro de 1970 MS, ouvida no LP "On Stage".
- 8. I Can't Stop Loving You: Concentrado, Elvis dá tudo de si nesta excelente versão do clássico de Ray Charles. O mix começa a melhorar muito aqui, possibilitando ouvir o trabalho da orquestra de Bobby Morris.
- 9. Walk a Mile in My Shoes: Mais um estreante, o sucesso de Joe South & The Believers é rendido de forma sensacional.
- 10. In the Ghetto: O fim da música anterior leva imediatamente ao início do single de abril de 1969. Embora a FTD tenha separado as músicas em faixas diferentes por algum motivo bizarro, esta é a primeira versão do famoso medley interpretado poucas vezes. Elvis entrega uma interpretação poderosa de duas músicas com mensagens fortes.
- 11. True Love Travels On a Gravel Road: Lançada em "From Elvis in Memphis", a canção aparece pela primeira e única vez em um show de Elvis. O cantor se atrapalha no início e precisa reiniciar a rendição, mas é uma versão muito boa de se ouvir.
- 12. Sweet Caroline: Após interagir com a plateia, Elvis interpreta o sucesso de Neil Diamond com maestria. A música soa magnífica, com a orquestra sendo bastante evidente no mix. Os músicos se encaminham para a finalização da rendição, mas Elvis se atrapalha um pouco e ordena o reinício. Ele erra novamente e recomeça, desta vez para finalizar da forma ensaiada. "Bom, já foram quatro erros esta noite."
- 13. Polk Salad Annie: "Vamos descer para a Louisiana." Interpretada de forma um pouco mais lenta do que de costume no ano anterior, esta é uma versão boa que termina um tanto abruptamente.
- 14. Introductions: Elvis apresenta The Sweet Inspirations, The Imperials, James Burton, John Wilkinson, Bob Lanning, Jerry Scheff,, Charlie Hodge, Glen Hardin, o maestro Bobby Morris e sua orquestra.
- 15. Kentucky Rain: Estreando no repertório, o mais recente single de Elvis pela RCA é a próxima atração da noite. A versão é boa e alinhada ao Master, mas, assim como suas outras rendições, não ofusca a que ouvimos na apresentação de 15 de fevereiro de 1970 MS.
- 16. Suspicious Minds: O sucesso de 1969 anuncia a chegada do fim do show. Elvis faz uma versão cheia de energia que termina de forma fenomenal e a plateia o ovaciona.
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