EAP Index Brasil: 1.2 - RCA Victor
Mostrando postagens com marcador 1.2 - RCA Victor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1.2 - RCA Victor. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Double Dynamite! (LP - Pickwood, 1975)

Título:
Double Dynamite!
Selo:
Pickwood Records [DL2 5001]
Formato:
LP duplo
Número de faixas:
18
Duração:
48:00
Vinculado a:
Discografia oficial
Ano:
1975
Gravação:
2 de setembro de 1956 - 30 de março de 1972
Lançamento:
Dezembro de 1975
Singles:
---




Double Dynamite! é uma compilação de gravações variadas lançada somente no Reino Unido pela Pickwood Records, subsidiária da RCA Camden. Ela contém faixas gravadas entre 2 de setembro de 1956 e 28 de março de 1972, reunidas com o intuito de promover as músicas no mercado fora dos EUA. O trabalho serve como uma sequência para o álbum "The U. S. Male", lançado no Reino Unido cinco meses antes.


Com o sucesso de compilações como "Elvis Forever", "Hits of the 70's" e "Elvis' 40 Greatest" na Europa,  juntamente com a relutância de Elvis em gravar novos materiais, a RCA preferiu abrir seus horizontes em águas internacionais para manter o Rei do Rock em voga. Através de contratos de concessão de direitos, a gravadora se uniu a seus pares pelo mundo em um esforço para capitalizar ao lançar faixas que antes eram quase desconhecidas ou nunca tinham sido vendidas fora dos EUA

Apesar disso, estes lançamentos faziam parte da linha secundária da RCA Victor e eram prensados por outros braços da gravadora. A RCA Camden, por exemplo, ficou encarregada da discografia de orçamento (budget) desde "Singer Presents Elvis Singing Flaming Star and Others", de 1968, o primeiro álbum do tipo. Em 1975, a Camden firmou contrato com a Pickwood Records e passou a distribuir os álbuns de budget de forma mais ampliada, agora contando também com versões em fita cassete e LPs duplos.

"Pure Gold" foi o primeiro lançamento pela Pickwood, que assumiu as vendas internacionais para a RCA Camden. Além disso, o álbum foi produzido com faixas em estéreo e em estéreo eletrônico (ou "falso estéreo"), um tipo de mídia que já estava quase em desuso, para apelar àqueles fãs que ansiavam por ouvir os clássicos de Elvis em uma nova roupagem. "The Sun Collection", lançado no Reino Unido pela Starcall, subsidiária da Pickwood, teve ainda mais aceitação por trazer os primeiros trabalhos de Elvis reunidos pela primeira vez.

"The U. S. Male" teve mais sucesso ainda em seu lançamento em julho, pois continuava a distribuição de raridades aos fãs europeus. "No More", "We'll Be Together" e várias outras das 12 faixas do álbum eram muito difíceis de encontrar à época até mesmo nos EUA, o que gerou uma busca massiva pelo trabalho no mundo inteiro.  Assim como com "Pure Gold", a capa do álbum novamente apresenta uma foto de Elvis durante o Aloha From Hawaii, em 1973.

No fim de 1975, a Pickwood decidiu fazer uma experiência arriscada. Surfando na onda dos sucessos dos outros álbuns de budget, a gravadora produziu seu primeiro LP duplo, o qual reuniria as músicas mais celebradas dos lançamentos daquele ano no Reino Unido a novas e também raras faixas. Assim, o público europeu teria acesso a músicas como "Flaming Star", "Follow That Dream" e "Old Shep", que estavam fora de catálogo há muito tempo. Desnecessário dizer, este foi mais um sucesso de vendas no mercado fora dos EUA.

O álbum foi lançado na Austrália e na Grã-Bretanha como "The Elvis Explosion" e contendo 20 faixas, com a adição de "Charro!" e "Tender Feeling". O trabalho foi relançado com apenas 16 faixas em 1982 (omitindo "You'll Never Walk Alone" e "If You Think I Don't Need You") e em CD, com as mesmas 16 músicas, em 1988. "Double Dynamite!" recebeu os certificados de Ouro e Platina pela RIAA em 6 de janeiro de 2004.

------------------------------------------------------------------------------------------

SESSÕES DE GRAVAÇÃO

Datas:
2 de setembro de 1956 -
 30 de março de 1972

Estúdio:
Radio Recorders Studio B
Paramount Studio Recording Stage
RCA Studio B
Decca Universal Studio
American Sound Studio
RCA Studio C

Local:
Hollywood, California
Nashville, Tennessee
Memphis, Tennessee


Músicos, instrumentistas, engenheiros de som e logs das sessões - vide:
[LPM 1254] Elvis Presley (clique aqui)
[LPM 1382] Elvis (clique aqui)
[EPA 4054] Peace in the Valley (clique aqui)
[LPC 128] Flaming Star (clique aqui)
[EPA 4368] Follow That Dream (clique aqui)
[LSP/LPM 2621] Girls! Girls! Girls! (clique aqui)
[LSP/LPM 3553] Frankie and Johnny (clique aqui)
[EPA 4387] Easy Come, Easy Go (clique aqui)
[CAS 2408] Let's Be Friends (clique aqui)
[CAS 2440] Almost in Love (clique aqui)
[CAL 2472] You'll Never Walk Alone (clique aqui)
[CAL 2518] C'mon Everybody (clique aqui)
[CAL 2533] I Got Lucky (clique aqui)
[CAS 2592] Burning Love and Hits From His Movies, Volume 2 (clique aqui)
[CAS 2611] Separate Ways (clique aqui)

------------------------------------------------------------------------------------------

FAIXAS DO LP (RCA, 1975)

DOUBLE DYNAMITE! (LP)

Dezembro de 1975

1. Burning Love
2. I'll Be There
3. Fools Fall in Love
4. Follow That Dream
5. You'll Never Walk Alone
6. Flaming Star
7. The Yellow Rose of Texas / The Eyes of Texas
8. Old Shep
9. Mama
10. Rubberneckin'
11. U. S. Male
12. Frankie and Johnny
13. If You Think I Don't Need You
14. Easy Come, Easy Go
15. Separate Ways
16. (There'll Be) Peace in the Valley (For Me)
17. Big Boss Man
18. It's a Matter of Time









quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Easy Come, Easy Go and Songs From Other Elvis Films (LP - RCA, 1967)

Título:
Easy Come, Easy Go and Songs From Other Elvis Films
Selo:
RCA Records [SL/L 101768]
Formato:
LP
Número de faixas:
12
Duração:
28:25
Típo de álbum:
Trilha sonora / Compilação
Vinculado a:
Discografia oficial
Ano:
1967
Gravação:
27 de abril de 1960 - 30 de setembro de 1966
Lançamento:
12 de junho de 1967 (Oceania)
Singles:
---


Easy Come, Easy Go fora o vigésimo terceiro trabalho de trilha sonora de Elvis, seu 34º e último EP, e seu 53º trabalho fonográfico (incluindo LPs e singles). As sessões de gravação ocorreram nos dias 28 a 30 de setembro de 1966, no Paramount Studio em Hollywood, Califórnia.


Sete músicas foram gravadas para o filme homônimo, lançado em 22 de março de 1967. "She's A Machine" não foi usada, mas seria lançada em "Elvis Sings Flaming Star" em 1968. As seis restantes apareceram no EP da trilha sonora, lançado em 23 de março, um dia após o filme. 
Diferentes fontes relatam que Elvis gravou uma versão vocal de "Leave My Woman Alone", mas essa afirmação trata-se de um boato, pois só existe um suporte instrumental gravado.

O disco não conseguiu figurar na Billboard Hot 100, e vendeu menos de 30.000 unidades nos EUA. A versão britânica do álbum, no entanto, foi ao topo dos gráficos do Reino Unido, apesar de apresentar apenas quatro das seis faixas da edição americana ("The Love Machine" e "You Gotta Stop" foram omitidas). Dado que os EPs já não eram um meio de marketing viável e a má performance do álbum, este foi o último lançamento de Elvis no formato.

Porém, antes mesmo de idealizar sua linha de budget através da RCA Camden no final do ano seguinte, a gravadora já voltava seus olhos para as oportunidades no mercado fora dos Estados Unidos, especialmente em países onde as gravações de Elvis encontravam obstáculos para chegar e as músicas menos conhecidas eram completamente raras. Através de contratos de concessão de direitos, a RCA Victor se uniu a seus pares pelo mundo em um esforço para capitalizar.

Oceania, o menor continente do mundo e morada dos países mais inusitados, como Tonga e Vanuatu, foi a primeira região a receber "Easy Come, Easy Go" já em formato de LP. A Nova Zelândia teve a honra de ser o primeiro país a receber o novo álbum, intitulado "Easy Come, Easy Go and Songs From Other Elvis Films" seguido logo depois pela Austrália e, mais tarde, pelos países restantes do continente. Foi essa parte do mundo que também teve o orgulho de ouvir as faixas do EP em estéreo pela primeira vez.

Para atingir o tempo de duração e o número de trilhas adequadas para um álbum de long play, a RCA Records, braço da RCA International, ramo de vendas internacionais da gravadora, adicionou outras seis faixas de filmes comemorados no continente ao conteúdo do EP americano. "Tonight is So Right For Love" e "G.I. Blues", do filme homônimo de 1960, abrem o lado B do álbum, seguidas de "Bossa Nova Baby" e "Vino, Dinero y Amor", de "Fun in Acapulco". "Moonlight Swim" e "Can't Help Falling in Love", de "Blue Hawaii", fecham o LP.

Tendo feito um sucesso considerável na Oceania, o LP foi dado como raridade e item de colecionador em outras regiões do mundo a partir de 1968. A RCA só produziu uma reedição para o mercado europeu em 1975, através do selo de budget Camden, a qual contém faixas diferentes e tem apenas a música-título entre as 12 trilhas do LP. Esta versão teve um alcance maior no mundo e passou a ser comum, tornando o álbum de 1967 um item ainda mais raro.
------------------------------------------------------------------------------------------

SESSÕES DE GRAVAÇÃO

Data:
27 de abril de 1960 - 30 de setembro de 1966

Estúdio:
RCA Studio A
Radio Recorders Studio B
Paramount Studio Recording Stage

Local:
Hollywood, California

Músicos, instrumentistas, engenheiros de som e logs das sessões - vide:
[LSP/LPM 2256] G. I. Blues (clique aqui)
[LSP/LPM 2426] Blue Hawaii (clique aqui)
[LSP/LPM 2756] Fun in Acapulco (clique aqui)
[EPA 4387] Easy Come, Easy Go (clique aqui)

------------------------------------------------------------------------------------------

FAIXAS DO EP E LP (RCA, 1967)

EASY COME, EASY GO (EP)

23 de março de 1967

1. Easy Come, Easy Go
2. The Love Machine
3. Yoga is as Yoga Does
4. You Gotta Stop
5. Sing You Children
6. I'll Take Love



EASY COME, EASY GO (LP)

12 de junho de 1967 (Oceania)

1. Easy Come, Easy Go
2. The Love Machine
3. Yoga is as Yoga Does
4. You Gotta Stop
5. Sing You Children
6. I'll Take Love
7. Tonight is So Right For Love
8. G. I. Blues
9. Bossa Nova Baby
10. Vino, Dinero y Amor
11. Moonlight Swim
12. Can't Help Falling in Love







quarta-feira, 29 de outubro de 2025

The U. S. Male (LP - RCA Camden, 1975)

Título:
The U. S. Male
Selo:
RCA Camden [CDS 1150]
Formato:
LP
Número de faixas:
12
Duração:
32:40
Vinculado a:
Discografia oficial
Ano:
1975
Gravação:
21 de março de 1961 - 30 de março de 1972
Lançamento:
Julho de 1975
Singles:
---




The U. S. Male é uma compilação de gravações românticas lançada somente no Reino Unido pela RCA Camden, o selo de baixo orçamento da RCA. Ela contém faixas gravadas entre 21 de março de 1961 e 28 de março de 1972, reunidas com o intuito de promover as músicas no mercado fora dos EUA. O trabalho serve como uma sequência para o álbum "Pure Gold", lançado no Reino Unido quatro meses antes.


Com o sucesso de compilações como "Elvis Forever", "Hits of the 70's" e "Elvis' 40 Greatest" na Europa,  juntamente com a relutância de Elvis em gravar novos materiais, a RCA preferiu abrir seus horizontes em águas internacionais para manter o Rei do Rock em voga. Através de contratos de concessão de direitos, a gravadora se uniu a seus pares pelo mundo em um esforço para capitalizar ao lançar faixas que antes eram quase desconhecidas ou nunca tinham sido vendidas fora dos EUA

Apesar disso, estes lançamentos faziam parte da linha secundária da RCA Victor e eram prensados por outros braços da gravadora. A RCA Camden, por exemplo, ficou encarregada da discografia de orçamento (budget) desde "Singer Presents Elvis Singing Flaming Star and Others", de 1968, o primeiro álbum do tipo. Em 1975, a Camden firmou contrato com a Pickwood Records e passou a distribuir os álbuns de budget de forma mais ampliada, agora contando também com versões em fita cassete e LPs duplos.

"Pure Gold" foi o primeiro lançamento pela Pickwood, que assumiu as vendas internacionais para a RCA Camden. Além disso, o álbum foi produzido com faixas em estéreo e em estéreo eletrônico (ou "falso estéreo"), um tipo de mídia que já estava quase em desuso, para apelar àqueles fãs que ansiavam por ouvir os clássicos de Elvis em uma nova roupagem. "The Sun Collection", lançado no Reino Unido pela Starcall, subsidiária da Pickwood, teve ainda mais aceitação por trazer os primeiros trabalhos de Elvis reunidos pela primeira vez.

"The U. S. Male" teve mais sucesso ainda, pois continuava a distribuição de raridades aos fãs europeus. "No More", "We'll Be Together" e várias outras das 12 faixas do álbum eram muito difíceis de encontrar à época até mesmo nos EUA, o que gerou uma busca massiva pelo trabalho no mundo inteiro.  Assim como com "Pure Gold", a capa do álbum novamente apresenta uma foto de Elvis durante o Aloha From Hawaii, em 1973.

O álbum foi relançado em CD em 1990, mas logo saiu do mercado por causa de sua capa alternativa e áudio extremamente ruim. Em 2010, a gravadora de bootlegs Oldies But Goodies Records vingou o álbum lançando uma versão estendida com remixes feitos por ela mesma.

------------------------------------------------------------------------------------------

SESSÕES DE GRAVAÇÃO

Datas:
21 de março de 1961 -
 30 de março de 1972

Estúdio:
Radio Recorders Studio B
Paramount Studio Recording Stage
RCA Studio B
Western Records Studio 1
Goldwyn Studios
Decca Universal Studio
American Sound Studio
RCA Studio C

Local:
Hollywood, California
Nashville, Tennessee
Memphis, Tennessee


Músicos, instrumentistas, engenheiros de som e logs das sessões - vide:
[LSP/LPM 2426] Blue Hawaii (clique aqui)
[LSP/LPM 2621] Girls! Girls! Girls! (clique aqui)
[EPA 4382] Viva Las Vegas (clique aqui)
[EPA 4387] Easy Come, Easy Go (clique aqui)
[CAS 2408] Let's Be Friends (clique aqui)
[CAS 2440] Almost in Love (clique aqui)
[CAS 2592] Burning Love and Hits From His Movies, Volume 2 (clique aqui)

------------------------------------------------------------------------------------------

FAIXAS DO LP (RCA, 1975)

THE U. S. MALE (LP)

Julho de 1975

1. U. S. Male
2. We'll Be Together
3. It's a Matter of Time
4. Almost in Love
5. Let's Forget About the Stars
6. My Little Friend
7. If I'm a Fool (For Lovin' You)
8. I'll Take Love
9. Today, Tomorrow and Forever
10. Let's Be Friends
11. No More
12. Burning Love









quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Elvis - The Sun Collection (LP - Starcall, 1975)

Título:
Elvis - The Sun Collection
Selo:
Starcall [HY 1001]
Formato:
LP
Número de faixas:
16
Duração:
40:30
Vinculado a:
Discografia oficial
Ano:
1975
Gravação:
5 de julho de 1954 - 21 de julho de 1955
Lançamento:
Julho de 1975
Singles:
---




Elvis - The Sun Collection é a primeira compilação a trazer a maioria das músicas gravadas por Elvis no Sun Studio em um único lançamento. Ela contém faixas gravadas entre 5 de julho de 1954 e 21 de julho de 1955, reunidas com o intuito de promover as músicas no mercado fora dos EUA.


Com o sucesso de compilações como "Elvis Forever", "Hits of the 70's" e "Elvis' 40 Greatest" na Europa,  juntamente com a relutância de Elvis em gravar novos materiais, a RCA preferiu abrir seus horizontes em águas internacionais para manter o Rei do Rock em voga. Através de contratos de concessão de direitos, a gravadora se uniu a seus pares pelo mundo em um esforço para capitalizar ao lançar faixas que antes eram quase desconhecidas ou nunca tinham sido vendidas fora dos EUA

Apesar disso, estes lançamentos faziam parte da linha secundária da RCA Victor e eram prensados por outros braços da gravadora. A RCA Camden, por exemplo, ficou encarregada da discografia de orçamento (budget) desde "Singer Presents Elvis Singing Flaming Star and Others", de 1968, o primeiro álbum do tipo. Em 1975, a Camden firmou contrato com a Pickwood Records e passou a distribuir os álbuns de budget de forma mais ampliada, agora contando também com versões em fita cassete e LPs duplos.

"Pure Gold" foi o primeiro lançamento pela Pickwood, que assumiu as vendas internacionais para a RCA Camden. Além disso, o álbum foi produzido com faixas em estéreo e em estéreo eletrônico (ou "falso estéreo"), um tipo de mídia que já estava quase em desuso, para apelar àqueles fãs que ansiavam por ouvir os clássicos de Elvis em uma nova roupagem. Assim, uma nova experiência auditiva era possível sem a necessidade de gravar novos materiais e mesmo com faixas retiradas de Masters existentes somente em mono.

Para atuação no mercado do Reino Unido, a RCA também cedeu seus direitos para a Starcall, uma pequena gravadora australiana. Entre 1975 e 1987, ela foi responsável por levar o trabalho de Elvis à Austrália e a muitos países europeus que antes recebiam apenas os lançamentos da linha mainstream da RCA e não tinham a oportunidade de ouvir as faixas mais raras ou menos vendidas de Elvis.

Nada seria mais adequado para um começo de relação de mercado do que levar as primeiras gravações de Elvis ao público alvo - e é isso que foi feito. "Elvis - The Sun Collection" trazia muitas faixas do pequeno estúdio de Memphis aos ouvidos de uma grande margem de pessoas que as apreciariam pela primeira vez ou nunca tiveram acesso a elas a não ser nos singles e álbuns de quase 20 anos antes. Os fãs ainda teriam que esperar vários anos para que todas as músicas do Sun fossem reunidas em um único trabalho, mas este era um ótimo começo.

Quando lançado em julho de 1975, o LP alcançou a 16ª posição nas paradas e foi um sucesso imediato no Reino Unido. As faixas de abertura eram ambos os lados do primeiro single de Elvis, "That's All Right" e "Good Rockin' Tonight", seguidas dos lançamentos posteriores até abril de 1955. O lado B abre com as duas faixas do último single pelo Sun e primeiro pela RCA, "Mystery Train" e "I Forgot to Remember to Forget", e termina com as cinco músicas do Sun que foram incluídas no primeiro álbum de Elvis pela RCA, "Elvis Presley". Como uma espécie de bônus, a Starcall incluiu o que chamou de "segunda versão" de "I Love You Because", que, na verdade, era apenas o take 2 completo.

O álbum foi relançado nos EUA em 22 de março de 1976 como "The Sun Sessions" e, novamente, recebeu críticas extremamente positivas. Naquele país, embora todas as faixas fossem bem conhecidas, também era a primeira vez que elas apareciam reunidas em um único trabalho, o que ajudou a consolidar a adoração de antigos fãs e a criar o interesse por Elvis na nova geração. Esta versão foi certificada como Ouro em 15 de agosto de 1999 pela RIAA e incluída em 2003 na 11ª posição da lista dos 500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos da revista Rolling Stones.

------------------------------------------------------------------------------------------

SESSÕES DE GRAVAÇÃO

Datas:
5 de julho de 1954 -
 21 de julho de 1955

Estúdio:
Sun Studio

Local:
Memphis, Tennessee


Músicos, instrumentistas, engenheiros de som e logs das sessões - vide:
[SUN 209] That's All Right / Blue Moon of Kentucky (clique aqui)
[SUN 210] I Don't Care If the Sun Don't Shine / Good Rockin' Tonight (clique aqui)
[SUN 215] Milkcow Blues Boogie / You're a Heartbreaker (clique aqui)
[SUN 217] I'm Left, You're Right, She's Gone / Baby Let's Play House (clique aqui)
[SUN 223] Mystery Train / I Forgot to Remember to Forget (clique aqui)
[LPM 1254] Elvis Presley (clique aqui)

------------------------------------------------------------------------------------------

FAIXAS DOS LPS (STARCALL/RCA, 1975/76)


ELVIS - THE SUN COLLECTION (LP)

Julho de 1975

1. That's All Right
2. Blue Moon of Kentucky
3. I Don't Care If the Sun Don't Shine
4. Good Rockin' Tonight
5. Milkcow Blues Boogie
6. You're a Heartbreaker
7. I'm Left, You're Right, She's Gone
8. Baby Let's Play House
9. Mystery Train
10. I Forgot to Remember to Forget
11. I'll Never Let You Go (Little Darlin')
12. I Love You Because (Spliced Master)
13. Tryin' to Get to You
14. Blue Moon
15. Just Because
16. I Love You Because (2nd Version)

ELVIS - THE SUN SESSIONS (LP)

22 de março de 1976

1. That's All Right
2. Blue Moon of Kentucky
3. I Don't Care If the Sun Don't Shine
4. Good Rockin' Tonight
5. Milkcow Blues Boogie
6. You're a Heartbreaker
7. I'm Left, You're Right, She's Gone
8. Baby Let's Play House
9. Mystery Train
10. I Forgot to Remember to Forget
11. I'll Never Let You Go (Little Darlin')
12. I Love You Because (Spliced Master)
13. Tryin' to Get to You
14. Blue Moon
15. Just Because
16. I Love You Because (2nd Version)



quarta-feira, 18 de junho de 2025

Elvis as Recorded at Madison Square Garden - Legacy Edition (CD - Sony Legacy, 2012)

Título:
 Elvis as Recorded at Madison Square Garden
Selo:
Sony Legacy [88725 43854 2]
Formato:
CD duplo
Número de faixas:
46
Duração:
114:00
Tipo de álbum:
Concerto
Vinculado a:
Discografia oficial
Ano:
2012
Gravação:
10 de junho de 1972
Lançamento:
13 de novembro de 2012
Singles:
---


Elvis as Recorded at Madison Square Garden - Legacy Edition foi um CD duplo lançado pela Sony legacy em 2012. Ele cobre os shows completos de 10 de junho de 1972 no Madison Square Garden.

Em 1972, Elvis já era famoso há 18 anos. Apesar dos eventos em sua vida pessoal, que culminariam no divórcio no ano seguinte, sua carreira ia muito bem. O retorno aos palcos havia sido magnífico, "That's The Way It Is" foi bem sucedido, "Elvis On Tour" já estava gravado e prometendo prêmios, e o Havaí o receberia novamente em novembro daquele ano para o "Aloha From Hawaii"- posteriormente adiado para janeiro de 1973.

Mas ainda faltava se apresentar em um local de imenso prestígio: o Madison Square Garden em Nova York.

The Beatles, Elton John, John Lennon, e muitos outros, já haviam se apresentado lá. Dez anos antes, Marilyn Monroe cantara "Happy Birthday, Mr. President" para John F. Kennedy no local.

Elvis tinha feito algumas apresentações na TV em Nova York e gravado em estúdios da cidade nos anos 1950, mas nunca havia feito um show aberto ao público lá. Agora ele finalmente se apresentaria no auditório mais famoso dos EUA. Seriam 4 shows em 3 dias, todos com um recorde nunca antes alcançado por nenhum artista que tenha se apresentado ali: 20 MIL ESPECTADORES - A LOTAÇÃO MÁXIMA.

Elvis Presley finalmente chegava a Nova York na sexta-feira, 9 de junho, para se apresentar pela primeira vez na cidade como artista solo. No decorrer da tarde, ele daria uma conferência de imprensa para falar sobre as apresentações e o disco planejado, além de sua vida pessoal - tudo enquanto tentava se esquivar de perguntas que poderiam ferir sua imagem.

O show das 20:30 daquela noite fora planejado com o gerenciamento do poderoso Coronel Tom Parker. The Sweet Inspirations apresentariam uma sessão de boa música como abertura e Jackie Kahane faria seu número de comédia. Em seguida, um breve intervalo e então, finalmente, as luzes se apagariam para que o público visse Elvis sair detrás das cortinas em seu macacão branco com um lenço dourado no pescoço.

A apresentação acabaria por ser um programa com um menu bastante rico. Depois de 58 minutos, Elvis partiria sem um encore. O efeito seria um tanto decepcionante para os fãs que esperaram quase 20 anos para vê-lo em sua cidade, mas era o suficiente para confirmar a magia eficaz e costumeira de um show do Rei do Rock.

Na matinée do dia 10, Elvis apresentaria um show tão vibrante quanto o da noite anterior. A plateia reagiria com histeria a cada movimento, palavra e música. O show das 20h30 é o mais conhecido daquele final de semana no Madison Square Garden, pois foi o único gravado pela RCA a ter sido lançado na época em uma edição disponibilizaria ao público meros oito dias depois, em 18 de junho, no LP intitulado "Elvis: As Recorded at Madison Square Garden".

No dia 11, que marcaria o último show de Elvis no Madison Sauwre Gaden em toda sua carreira, o concerto foi padrão e sem adição de raridades. Por serem audiovisualmente melhores do que os outros, as apresentações do dia 10 de junho de 1972 ganharam maior notoriedade ao longo dos anos. O show das 14h30 chegou oficialmente aos fãs pela primeira vez em "An Afternoon in the Garden" (1997), e o das 20h30 foi lançado completo em 2009, no box "The Complete Masters Collection".

Ambos concertos foram vendidos juntos pela primeira vez neste trabalho de 2012. No mesmo ano, a Sony lançou "Prince From Another Planet", um box com os dois shows remixados e remasterizados, e um DVD com a coletiva de imprensa de 9 de junho de 1972 e imagens do show das 14h30 do dia 10 com áudio sincronizado.

Abaixo segue nossa resenha do trabalho.

----------------------------------------------------------------------------------------

CD 1 - 10 DE JUNHO DE 1972 ES - NEW YORK, NY


- 1. Also Sprach Zarathustra: Como de costume, a fanfarra anuncia o início do show. Provavelmente por estarmos acostumados a ele, o mix original do LP é o que mais nos apetece.

- 2. That's All Right: Logo de início podemos perceber que a velocidade da execução é mais rápida - seja por ter sido feita assim ao vivo ou por ter sido acelerada para que um LP simples pudesse conter o show inteiro. A interpretação de Elvis é cheia de entusiasmo.

- 3. Proud Mary: Há uma pequena microfonia no início da faixa, mas nada que estrague alguma coisa. Preste atenção nas repostas melodiosas da guitarra de James Burton e dos backing vocals e você estará no paraíso. Talvez por estar cansado, esta versão é um pouco menos fantástica do que a da tarde.

- 4. Never Been to Spain: Embora o mix geral não seja o melhor, ainda  assim essa versão tem seu valor por conter um baixo bem pronunciado, uma guitarra fenomenal e uma boa participação da orquestra e dos backing vocals. Elvis dá tudo de si, como sempre.

- 5. You Don't Have to Say You Love Me: A orquestra é a estrela nesta faixa, com os violinos soando magníficos no início e então sendo substituídos lentamente pelos metais e backing vocals enquanto Elvis faz uma rendição quieta, mas impressionante.

- 6. You've Lost That Lovin' Feelin': "Obrigado. Vocês são uma plateia linda, muito obrigado." Com uma seção de baixo bem colocada no mix, esta versão se assemelha às de 1970 em muitos aspectos. Elvis entrega uma rendição solida e com alma.

- 7. Polk Salad Annie: A voz de Elvis soa extremamente cansada enquanto ele agradece ao público. No geral, a versão é muito boa, mas não tem a mesma coesão da feita apenas algumas horas antes. O mix privilegia a voz de Elvis, parte da orquestra e os backing vocals, mas o baixo - que faz toda a diferença nesta faixa - não está lá. No fim, a força com que Ronnie Tutt atinge sua bateria parece indicar que Elvis está fazendo uma de suas melhores exibições de golpes de karatê. 

- 8. Love Me: Iniciando seu medley de hits dos anos 1950, Elvis parece entediado com a música.

- 9. All Shook Up: Uma descartável apenas para agradar e atender fãs.

- 10. Heartbreak Hotel: Há um bom mix aqui e Elvis se diverte.

- 11. Teddy Bear / Don't Be Cruel: Nada de especial aqui, apenas mais uma música rotineira para entregar lenços e beijos.

- 12. Love Me Tender: "Meu primeiro filme, senhoras e senhores." As fãs tomam conta da faixa, mas ainda assim se pode notar que Elvis soa extremamente entediado e cansado.

- 13. The Impossible Dream: "Gostaríamos de fazer nossa versão de 'The Impossible Dream'." O clássico que fechou a maioria de seus shows em 1971 é interpretado aqui de maneira excepcionalmente fantástica. Até mesmo o mix ficou perfeito. Não há um erro que se possa notar e Elvis exclama corretamente no final: "Minha nossa!" É uma pena que ele nunca mais cantaria essa música em sua carreira.

- 14. Band Introductions: Elvis apresenta rapidamente JD sumner e os Stamps (Rich Sterban, Ed Enoch, Donnie Sumner, Bill Baize) The Sweet Inspirations, (Estelle Brown, Sylvia Shemwell, Myrna Smith), Kathy Westmoreland, James Burton, John Wilkinson, Ronnie Tutt, Jerry Scheff, Charlie Hodge, Glen Hardin, Joe Guercio e sua orquestra.

- 15. Hound Dog: "Esta é uma música que fiz no The Ed Sullivan Show, em 1912." Diferente da versão da tarde, não há eco na faixa. A voz de Elvis soa cansada, mas ainda assim ele dá um bom tratamento à música.

- 16. Suspicious Minds: Embora seja levemente melhor do que a versão da tarde, não há muito o que acrescentar aqui. O mix privilegia corretamente a bateria e os backing vocals nos lugares corretos e a finalização é muito boa.

- 17. For the Good Times: Aqui é o baixo que dirige a faixa. Elvis canta suavemente enquanto atende suas fãs e a banda faz um ótimo trabalho.

- 18. An American Trilogy: Esta é uma versão mais descontraída do que a da tarde, com Elvis brincando e até assustado as fãs que gritam ensandecidas com seu "what?" no início. Sem instrumentos abafados no mix, esta é uma ótima versão.

- 19. Funny How Times Slips Away: Por algum motivo, toda a fala de Elvis sobre "agora que vocês nos viram..." soa distante. A rendição em si é muito boa e Elvis não brinca muito no final nem faz seus costumeiros comentários engraçados.

- 20. I Can't Stop Loving You: Esta é uma prova de que Elvis sempre estava pensando em seu público e em como melhorar suas performances. Ele faz uma rendição sensacional, mas mesmo assim se sente na necessidade de melhorar sua finalização e a repete para o delírio da plateia.

- 21. Can't Help Falling in Love: "De 'Blue Hawaii', senhoras e senhores." Elvis faz uma finalização de show um tanto às pressas, sem nem mesmo agradecer à plateia. A versão aqui é a de rotina.

- 22. Closing Vamp: Como sempre, é o fim do show.


---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

CD 2 - 10 DE JUNHO DE 1972 AS - NEW YORK, NY

- 1. Introduction - Also Sprach Zarathustra: A fanfarra anuncia o início do show.

- 2. That's All Right: A voz de Elvis soa forte e constante, mas o mix do áudio dá mais ênfase à banda - um erro, pode-se dizer. Por vezes, a voz do cantor é afogada pelos instrumentos. A rápida versão do hit de 1954 anima a plateia. Elvis joga seu violão para Charlie Hodge que, pelo som, não estava preparado para a ação. O cantor comenta brincando: "Ele acabou de morrer, não foi?"

- 3. Proud Mary: Embora o problema do áudio persista, podemos ouvir que Elvis está entusiasmado e dando tudo de si. Esta é uma versão muito boa.

- 4. Never Been to Spain: Por algum motivo, Elvis soa extremamente cansado e sem fôlego nas partes calmas. Talvez seja pelo esforço na música anterior ou outro fator, mas mesmo assim a versão é muito gostosa de se ouvir.

- 5. You Don't Have to Say You Love Me: Comparando com outras versões, inclusive com a da noite anterior, parece que esta é executada em uma velocidade muito acima do normal - ou talvez ela tenha sido digitalmente acelerada. A bateria é o instrumento que mais se sobressai, seguida do baixo, mas em geral a experiência auditiva é ótima.

- 6. Until it's Time For You to Go: Embora a plateia possa ser ouvida um pouco mais do que o desejado, esta versão está bem mixada e a voz de Kathy Westmoreland ficou no volume correto para que esta possa ser eleita como a melhor mixagem do disco até aqui.

- 7. You've Lost That Lovin' Feelin': Elvis faz uma rendição rotineira, mas com muita alma. Em certo ponto, o címbalo que soa alto demais o faz rir, mas ele se recompõe rapidamente para uma finalização espetacular. A bateria de Ronnie Tutt soa excelente por todo o seguimento.

- 8. Polk Salad Annie: Embora estejamos praticamente na metade da apresentação, é estranho que Elvis ainda não tenha se dirigido à plateia com mais do que um "obrigado" aqui e ali. Mas, conhecendo o Coronel, provavelmente isso tenha sido ideia dela para poupar alguns segundos. Elvis parece esquecer da letra em dado ponto, mas mesmo assim esta é uma versão magnífica onde o baixo de Jerry Scheff brilha magistralmente. "Obrigado. Bem, isso me acordou."

- 9. Love Me: O medley dos anos 1950 começa e Elvis passa a atender seus fãs com beijos e lenços. A versão é mediana.

- 10. All Shook Up: Dirigindo-se a uma fã que o beijou, Elvis brinca enquanto masca um chiclete: "Espero que seja chiclete, querida." Talvez o mix tenha ajudado este música rotineira a soar mais interessante aqui.

- 11. Heartbreak Hotel: Elvis soa entediado, o que é de se esperar de uma música que está em quase todos os shows por quatro anos. Ele tenta mudar algumas notas aqui e ali, mas a versão é bastante rotineira.

- 12. Teddy Bear / Don't Be Cruel: Elvis se diverte um pouco aqui, trocando partes da letra. No geral, ele usa a versão para entregar mais lenços e dar beijos.

- 13. Love Me Tender: "Meu primeiro filme, senhoras e senhores." As fãs enlouquecem em busca de um pouco de atenção de Elvis durante este clássico de 1956. Elvis, no entanto, soa como se quisesse acabar logo com aquilo - o que, pelo encerramento corrido, ele conseguiu.

- 14. Blue Suede Shoes: Elvis realmente parece gostar desta música, interpretando-a com vontade e dedicação. Seus incentivos para que a banda continue e o acompanhe soam sensacionais.

- 15. Reconsider Baby: Interpretada pela última vez em 1969, esta é uma música realmente rara e que pega os fãs de surpresa. Elvis trabalha bem nela e o mix privilegia corretamente o piano, dando um fantástico toque de legítimo blues à performance.

- 16. Hound Dog: "Então eu estava no The Ed Sullivan Show e fiz essa música aqui." Quando as fãs começam a gritar, Elvis brinca: "Vocês não sabem o que vou fazer ainda, esperem um pouco!" Por algum motivo, a RCA resolveu adicionar um eco estranho a esta faixa. No geral, tanto a parte lenta quanto a mais pesada e rápida levam a plateia apo delírio.

- 17. I'll Remember You: Esta é apenas a segunda vez em que Elvis interpreta esta música ao vivo, sendo que a primeira fora seis meses antes. Ele faz uma versão séria e comprometida que soa muito gostosa e bem mixada.

- 18. Suspicious Minds: "Obrigado. Vocês são uma plateia linda, muito obrigado. 'Suspicious Minds', Baby!" Esta talvez seja a faixa mais bem mixada de todo o disco. Tanto a voz de Elvis quanto os instrumentos e os backing vocals têm seus espaços garantidos e a plateia não afoga o som de nenhuma das partes. Elvis se diverte com alguns golpes de karatê durante a execução e uma sequência fenomenal no final.

- 19. Introductions by Elvis: Elvis apresenta rapidamente JD sumner e os StampsThe Sweet Inspirations, Kathy Westmoreland, James Burton, John Wilkinson, Ronnie Tutt, Jerry Scheff, Charlie Hodge, Glen Hardin, Joe Guercio e sua orquestra.

- 20. For the Good Times: Esta é definitivamente outra das preferidas dos fãs à época, pois dava uma nova chance a Elvis de se dedicar aos fãs. O mix aqui não é muito bom e os backing vocals quase não são ouvidos em algumas partes, mas ainda assim é uma versão bastante forte.

- 21. An American Trilogy: É impossível saber o que a BMG quis fazer com o mix de cada música, pois há muitos altos e baixos. Felizmente, este é um momento alto, com uma mixagem perfeita. Elvis dá seu tudo em uma versão fenomenal e com muita emoção, o que só é um tanto atrapalhado pela reação exacerbadas das fãs que gritam como se ele estivesse fazendo um número de striptease e uma microfonia no solo de flauta.

- 22. Funny How Times Slips Away: "Muito obrigado, senhoras e senhores. Eu gostaria de dizer a vocês que é realmente fantástico estar de volta a Nova York. Um público muito bom, obrigado. E agora que vocês nos deram uma olhada eu gostaria acender as luzes da casa e dar uma olhada em vocês." Uma versão muito semelhante à de Greensboro em 14 de abril - vista em "Elvis On Tour"-, traz Elvis mostrando toda sua capacidade vocal ao mudar algumas oitavas no final.

- 23. I Can't Stop Loving You: Uma ótima versão com um mix satisfatório que privilegia o magnífico trabalho de James Burton. Elvis também dá tudo de si nesta rendição espetacular.

- 24. Can't Help Falling in Love: "Obrigado. Vocês são fantásticos. Vamos para casa!" Com um mix perfeito, esta versão fantástica é um ótimo encerramento para o show. Embora o CD não especifique, o "Closing Vamp" está incluso em sua totalidade no final da faixa, inclusive com o aviso de que "Elvis já deixou o recinto" por Ed Enoch.